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Diário

Porto de Rocha no Uruguai: Mentiras não interessam, nem as sinceras, menos as insinceras

quarta-feira, 07 de Maio de 2014 | 09:54

Acabo de sair de uma palestra na Câmara de Comércio do Rio Grande, onde numa promoção conjunta com a RBS a entidade empresarial oportunizou ouvirmos Wilen Manteli falar sobre a “Situação dos portos brasileiros e a questão do porto do Uruguai”. Para os que desconhecem a polêmica, muito tem se falado no RS sobre um provável investimento do BNDES, através da Construtora Odebrecht, que viabilizaria um projeto de US$1 bilhão no porto de Rocha, que concorreria diretamente com o nosso porto, quando no Brasil os investimentos em infraestrutura e logística são insuficientes, para não dizer pífios. Registro que essa notícia foi confirmada através de entrevistas do próprio Presidente do Uruguai, José “Pepe” Mujica, portanto, afirmar que o assunto é especulação em época eleitoral ou de que não existe, é uma desfaçatez para com a inteligência da cidadania e a consagração de que neste País mentir é ferramenta usual de muitos dos nossos administradores de plantão.

Dois dos maiores meios de comunicação no Estado, a RBS e a Rádio Guaíba, através dos jornais, TVs e rádios discutiram à exaustão essa temática e foram unânimes em rechaçar com veemência todas as argumentações esposadas, entre outras, pelo Superintendente do Porto do Rio Grande e o Prefeito Municipal da Cidade, respectivamente, os Srs. Dirceu Lopes e Alexandre Lindenmeyer. As autoridades referidas merecem todo o respeito e republicanamente têm o direito universal de manifestação sobre este ou qualquer outro tema, não obstante, devem considerar, e não menosprezar ou desfazer, da Inteligência e posicionamento dos que pensam em contrário. Explico: o Prefeito diz a Rádio Guaíba não ser contra o financiamento do BNDES a superporto no Uruguai, que esse investimento tem o viés de somar para o crescimento da região, que o nosso porto irá receber R$-1 bilhão em investimentos e que se o Brasil não apoiar outro país o fará. Hoje, na palestra o Prefeito recomenda que fiquemos vigilantes e afirma não acreditar que o Brasil investirá em Rocha, pois o fazendo estaria na contramão, mas imagina que o Banco Mundial pode vir a ser parceiro do vizinho país. O Superintendente do Porto, disse dias atrás a Rádio Gaúcha que esse assunto vem sendo tratado dentro de uma tal “Agenda de Alto Nível “ entre os presidentes Dilma e Mujica, e opinou que o investimento seria natural sob o ponto de vista econômico.

Reitero ser compreensível o ponto de vista das destacadas autoridades, embora a convergência de fatos ocorridos nos últimos anos e até uma exposição levada a efeito hoje pela manhã no salão nobre da Prefeitura do Rio Grande, a meu juízo deixa claro ingredientes ideológicos muito expressivos, desprezíveis em assuntos de tamanha relevância para a região e o Brasil. No tal evento, patrocinado pela Prefeitura e Superintendência do Porto do Rio Grande, autoridades cubanas, dirigentes do Porto de Mariel, onde o Brasil teria investido até o presente, algo em torno de US$-1 bilhão, palestraram sobre o porto localizado há 40 km de Havana e as oportunidades para empresas brasileiras por lá, mesmo considerando que estamos a mais de 7.000 kms, em linha reta.

Saúdo a exposição simples, de muito conteúdo, respeitosa e sem qualquer componente ideológico do Dr. Manteli, cuja entidade que preside a Associação Brasileira dos Terminais Portuários, já se dirigiu formalmente à Presidência da República pedindo esclarecimentos sobre os fatos em discussão, ainda sem resposta. Mais importante ainda foi o sentimento de vigília despertado entre os empresários e autoridades presentes, que saem mobilizados e cientes de que a mobilização é indispensável, mormente em períodos pré eleitorais, já que alguns se manifestam de inúmeras maneiras, considerando o público e o veículo de comunicação, levando em conta prioritariamente os interesses eleitorais momentâneos. O tempo é o senhor da razão e de todas as respostas, mas em assuntos como este, dar tempo ao tempo pode ser fatal, irremediável. Cazuza, em “O Maior Abandonado” cunhou a possibilidade da admissão de “mentiras sinceras” para a obtenção de pequenas porções de ilusões, isso no campo poético, precisamos de verdades, verdadeiras. Vamos buscá-las, onde estiverem.


Escrito por Alberto Amaral Alfaro

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Marechal do Varejo ou, simplesmente, Luizinho do Guanabara

terça-feira, 15 de Abril de 2014 | 12:55

O grande Fernando Pessoa, o mais universal dos poetas portugueses, certa ocasião escreveu uma frase que me marcou muito: “Às vezes ouço o vento passar; e só de ouvir o vento passar, vale a pena ter nascido”. Absorvo dela a magnitude sublime que um ser humano alcança quando dá valor sincero à simplicidade e a adota como norte de vida. Outro monstro, o incomparável Albert Einstein certa ocasião, em uma palestra, asseverou: “No meio da confusão, encontre a simplicidade. A partir da discórdia, encontre a harmonia. No meio da dificuldade reside a oportunidade”, outra pérola, que divido com meus leitores, nesta homenagem que pretendo fazer a um homem que exala simplicidade em praticamente tudo o que faz.

Filho único de Selma e Luiz Carvalho, o empresário rio-grandino Luiz Carlos da Silva Carvalho, no último dia 8 de abril, foi um dos destaques em evento realizado no Grêmio Náutico União – Porto Alegre, comandado pela AGAS - Associação Gaúcha de Supermercados. Fato corriqueiro, o Grupo Guanabara tem sido anualmente destacado em várias categorias de avaliação, dentro do setor supermercadista do Rio Grande do Sul. Concentrando suas atividades em Rio Grande, Pelotas e São Lourenço, a Rede de Supermercados, braço maior do Grupo, desafiou ao longo da sua existência a economia em depressão da região Sul, perseverando e enfrentando com trabalho árduo a concorrência predatória de alguns gigantes multinacionais. Surpreendeu-me negativamente como comunicador, cidadão e empresário o silêncio da mídia, das autoridades e dos segmentos representativos locais para tal distinção, pois entendo que fatos como este deveriam servir para alimentar a autoestima da nossa gente e de motivação aos novos empreendedores.

Coadjuvado por competente equipe de colaboradores, selecionados ao longo do tempo por perfil identificado com a filosofia do Líder, o Guanabara conquistou a preferência da sua clientela, fiel ao longo destas cinco décadas ao jeito Guanabara de fazer, sempre simplificando e facilitando a vida dos seus fregueses. Todas essas referências e considerações objetivam exaltar o tal “Case” Guanabara, firmado na simplicidade, que vem consolidando essa saga desde o percussor, o português Luiz Carvalho e já sendo absorvida pela nova geração, todos desprovidos de qualquer vaidade, arrogância ou prepotência, características predominantes em muitos poderosos de diversos segmentos.

O sucesso tem compromissado o Grupo com a Região, espraiando os investimentos em inúmeros segmentos da economia, com destaque na construção civil e na breve inauguração de loja no Praça Rio Grande Shopping Center, com o que o Guanabara ultrapassará a marca de dois mil empregos diretos. Como não se tocar, ao constatar uma trajetória de tantas realizações e comprometimento com uma Cidade a receber de segmentos, autointitulados representativos, uma má vontade deliberada, como se fosse pecado contribuir para o desenvolvimento?

Sei - porque somos contemporâneos de escola e futebol, que ambos amamos, e também por sempre estar acompanhando e sendo protagonista das coisas da nossa Rio Grande - que, por sua personalidade, Luizinho Guanabara sempre declina de homenagens e honrarias. Não é esta a minha intenção neste artigo. Quero marcar, através das mídias em que estou inserido, um reconhecimento público e um desagravo a este grande homem, grande empresário e grande cidadão. Para uma pessoa com tantas virtudes, me parece justo alinhá-lo a outro ícone do desenvolvimento empresarial desta Cidade, Francisco Martins Bastos, o nosso “Marechal do Petróleo” criador do Grupo Ipiranga.

Portanto, em cenários de tanta inveja, falta de respeito e consideração, quero, com este artigo, simplesmente fazer um carinho, um afago a este ser humano maravilhoso, solidário e benemerente, outorgando-lhe simbolicamente, em nome da legião de admiradores que vem acumulando nesta sua prodigiosa existência, o título de “Marechal do Varejo”. Longa vida, felicidades, saúde e sucesso a Luiz Carlos da Silva Carvalho.


Escrito por Alberto Amaral Alfaro

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HÁ BRASIS QUE FUNCIONAM BEM! MAS...SEM POLITICAGENS

terça-feira, 01 de Abril de 2014 | 13:00

A receita básica para o BOM funcionamento é conhecida: EDUCAÇÃO, FORMAÇÃO PROFISSIONAL E ZERO POLÍTICOS NA OPERACIONALIZAÇÃO. As notícias de áreas como a política, de política econômica, de gestão administrativa, fiscal...ONDE TEMOS INDICAÇÕES POLÍTICAS, SÃO DRAMÁTICAS. O Brasil PIORA NO CENÁRIO, o crescimento é baixo, comparado a congêneres, as gestões administrativas e fiscais são ruins.

O MUNDO, constatando o RUMO ERRÁTICO DAS AUTORIDADES BRASILEIRAS, reage. E a Agência Internacional de Classificação de Riscos “STANDARD & POOR’S ( S&P) rebaixou, no“Rating” Soberano DO BRASIL DE “BBB” PARA “BBB-“. Estamos nos esforçando como rabo de cavalo, já perto da Argentina, cuja classificação é CCC. O vinho está virando vinagre!!!

PETROBRÁS E ELETROBRÁS foram também rebaixadas. E Instituições financeiras públicas, idem. Pudera, com a interferência política recorrente....Prevendo prejuízo, acionistas minoritários da Petrobrás entraram com processo na Justiça do Rio. Temem perdas. Ex: que a contabilidade de refinarias problemáticas, como a Abreu de Lima, (PE), fique perdida no meio da contabilidade da petrolífera. DESCONFIANÇA, EM NEGÓCIOS, É O PIOR NEGÓCIO!

Há muito as agências vêm sinalizando que o Brasil corria riscos. Notadamente ao lançar mão de mecanismos como a contabilidade mágica, digo, CRIATIVA, PARA INGLÊS VER e a foto das contas públicas não sair borrada. Ocorre que todos perceberam o truque. O Brasil está mais para um ESPETÁCULO DE “BIG BROTHER” ( BBB) O QUE PARA O “RATING” “BBB”.

Mas há Brasis que dão certo, quando não há políticos por perto, com educação e formação profissional, determinantes para a elevação de renda e ganho em tecnologias.

Exemplo: HÁ MUITOS SOLDADORES, COMO OS MILHARES QUE ATUAM EM RIO GRANDE, QUE GANHAM EM MÉDIA R$30 MIL POR MÊS. Mas...possuem curso superior e ótima formação técnica. Eles zelam pela qualidade das soldagens no Brasil. Como?

Graças a entidades PRIVADAS como a Fundação Brasileira de Tecnologia de Soldagens (FBTS), NO RIO e a ABENDI, em SÃO PAULO, sua coirmã. Elas atual em parceria, NÃO TEM FINS LUCRATIVOS e foram criadas por inspiração nos Institutos de Tecnologia Industrial que a Inglaterra criou a partir de 1915 e que hoje estão por toda a Europa. Fazem o meio de campo entre as Universidades, as Empresas e os Centros de Formação Profissional. Em silêncio, incorporam inovações e avanços tecnológicos, como os vindos da Itália que reduzem a 1/6 ( de 12 para 2 horas ) o tempo de soldagem dos vãos para ligar plataformas à terra firme. SEM POLÍTICOS NA OPERACIONALIZAÇÃO SOMOS LEVADOS A DEDUZIR, SEM MUITOS ESFORÇOS, QUE TUDO TENDE A DAR MAIS CERTO. PENA QUE NOSSAS AUTORIDADES NÃO ASSIM PENSEM!!!Pense com carinho nisso!

Economista*


Escrito por Nerino Dionello Piotto

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Diploma pelo diploma, perigos

sexta-feira, 21 de Março de 2014 | 17:40

Acabo de receber honroso convite vindo do Centro Educacional ASSPE, que abriga aqui no sul do País o Polo da UNOPAR – Universidade Norte do Paraná, para paraninfar 28 formandos de vários cursos superiores. A solenidade será no próximo dia 22 de março no Ipiranga Atlético Clube. Como sempre, a par da emoção pela distinção e responsabilidade da escolha, aproveito o ensejo para provocar uma reflexão aos meus afilhados e leitores.

As oportunidades da vida, para os que têm compromisso com a cidadania e os destinos do nosso País, são sempre únicas. Portanto, considerando as excelentes avaliações das entidades citadas, sinto-me à cavalheiro para reafirmar que a proliferação de cursos superiores no País tem se prestado a duas situações ambíguas: a oportunidade de um novo patamar profissional e a decepção pela seletividade do mercado.

Óbvio que sempre é uma vitória pessoal a obtenção de uma graduação superior, porém esse fato, isolado, não significa obrigatoriamente a abertura de portas no mercado de trabalho, tendo em vista que este é cada vez mais exigente e as dificuldades do formando já começam na hora do estágio ou contratação como treinee, quando o peso da sua instituição de ensino e as suas avaliações do MEC, através do Índice Geral dos Cursos – IGC, contam muito.

O acadêmico deve entender e trabalhar preventivamente com essas nuances, sabendo identificar o conceito da sua faculdade perante os indicativos acima expostos, não relaxando, no caso das bem avaliadas, nem desanimando, no caso contrário. Deve levar em contas sempre que a cultura e experiências adquiridas e acumuladas ao longo da vida são fatores decisivos para o sucesso pessoal e profissional.

A experiência nos dois lados, antes como concorrente à oportunidade, hoje como empresário selecionador, me autoriza a propor algumas providências que desequilibram, favoravelmente, independentes da origem do diploma, para que o formando tenha chances reais, tanto na área privada, como no setor público, este através de concursos.

Cursos de extensão relacionados à formação pretendida, idiomas, intercâmbio no exterior e se mostrar atualizado, acompanhando o que acontece no mundo, além de desenvolver capacidade para relações interpessoais, farão a diferença.

Em quaisquer das situações expostas, um diploma deveria representar a habilitação para o exercício pleno de uma profissão, a realidade não é essa, muitas vezes a busca irresponsável por uma graduação a qualquer preço representa, logo ali, frustrações e desencantos.

Diploma pelo diploma, não é o caminho, busque orientação, aconselhamento e direcione responsavelmente o seu futuro. Aos meus afilhados da UNOPAR/ASSPE desejo toda a sorte de felicidades, que todas as dificuldades enfrentadas para a obtenção desse galardão sejam compensadas com uma carreira profissional plena de sucessos e realizações. Por aqui, terão sempre um conselheiro, um amigo, um torcedor, sempre disponível, sempre vigilante.

 


Escrito por Alberto Amaral Alfaro

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Jose Alencar, um legado que compromete sua biografia

quinta-feira, 13 de Março de 2014 | 17:43

Nós latinos somos uns apaixonados e evidenciamos isso em todas as nossas atitudes comportamentais.

Exageramos nas manifestações, criamos e destruímos ídolos com igual facilidade.

O falecido ex-vice-presidente da República, José Alencar, exemplifica bem esse paradoxo ao ver-se, novamente nas manchetes da imprensa nacional em função de um assunto pessoal, íntimo.

José Alencar, que aproveitou os índices de popularidade do então presidente Lula para surfar nas ondas do reconhecimento nacional, onde suas opiniões eram sempre muito bem consideradas, tanto pelo equilíbrio como pela legitimidade, visto que se tratava de ser um megaempresário, dono da multinacional brasileira Coteminas.

Além dessas condições políticas e econômicas, a saúde do então vice-presidente complementava esse status de personalidade em evidência no País, fruto da transparência com que tratou sua luta contra o câncer, o que lhe valeu um sentimento de solidariedade nacional.

Pois bem, até então havíamos conhecido um José Alencar vitorioso em todas as suas ações e que se preparava para a retirada do cenário político em função do término do seu mandato, da idade e da doença.

À época, fomos surpreendidos, no apagar das luzes, com uma entrevista ao Programa do Jô, onde Jose Alencar, ao ser questionado sobre processo de investigação de paternidade, que respondeu e foi condenado na Justiça mineira, mostrou para o mundo um novo José, preconceituoso, arrogante, cruel, machista e irresponsável.

Dizendo-se vítima de uma chantagem econômica, José Alencar atacou de forma rasteira a pretensa filha natural, Professora Rosemary de Moraes Gomes da Silva, sobrenome determinado por sentença judicial, e a sua mãe, a Enfermeira Francisca de Moraes, a Tita, com quem Alencar manteve um relacionamento amoroso entre 1953 e 1955, em Carartinga - MG.

Para desqualificar a enfermeira, na tal entrevista José Alencar disse tratar-se de mulher pobre, condição que a impediria de frequentar os mesmos locais e arrematou chamando-a simplesmente de prostituta. Ora, até as árvores de Caratinga sabiam que Alencar manteve esse affair com a belíssima jovem Tita, inclusive, que às quartas-feiras dormia na casa da moça.

Na realidade, independente das consequências práticas daquele rumoroso processo, para resgatar um pouco da sua imagem e não rasgar por completo sua já arranhada biografia, Alencar deveria, voluntariamente, submeter-se a um exame de DNA, é o mínimo que se exige de um homem; não o fez, morreu em 29 de março de 2011, insistindo na absurda e burra estratégia do avestruz, enterrar a cabeça no chão deixando o corpo todo de fora.

Pois bem, passados três anos da morte de José Alencar, a 4ª. Câmara do Tribunal de Justiça de Minas Gerais manteve por unanimidade a decisão da primeira instância, onde foi considerada a negativa de submeter-se ao exame de DNA como indução de paternidade relativa. Óbvio que a milionária família de Alencar já recorreu ao STJ, alegando não existir no processo qualquer prova que indique a relação de José e a mãe da professora. Continua a saga da Professora Rosemary na busca de uma identidade que lhe foi toda a vida sonegada e de seus legítimos direitos. Tendo pela frente os bilionários herdeiros da Coteminas e a parcimoniosa ação do judiciário em casos similares, temo que em vida não alcance a justiça que lhe é devida. É a luta de Davi contra o Golias. Veremos.


Escrito por Alberto Amaral Alfaro

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natural de Rio Grande – RS, advogado, empresário, corretor de imóveis, radialista e blogueiro.

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