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Diário

Pedalando pela vida. Empresário serve de paradigma

segunda-feira, 25 de Novembro de 2013 | 16:39

Nós sempre andamos a busca de soluções para todos os nossos problemas. Costumo afirmar que é muita pretensão querer descobrir em 2013 alguma novidade, já que com a universalização das comunicações dispomos de praticamente tudo o que necessitamos na internet. Apesar deste meu entendimento, somente dias atrás, em contato com um empresário riograndino, tomei conhecimento dos benefícios do uso da bicicleta para a saúde, para o lazer e para a vida.

A bicicleta é o meio de transporte mais usado no mundo, paradoxalmente no nosso País, em que pese o nosso status de terceiro-mundista, estamos literalmente de costas para este modal, em termos de planejamento urbano e de mobilidade. Nossas ruas e estradas tornam isso muito claro. Consta que as primeiras concepções desse meio de transporte remontam a 2.500 anos na China, já os traços da versão atual são do gênio Leonardo da Vinci, inventor italiano, que os criou lá por volta de 1490, da nossa era.

O cardiologista João Vicente da Silveira, em matéria disponível nos meios sociais, diz: “Como toda a prática esportiva, o ciclismo traz grandes benefícios ao organismo e ao coração de uma forma global e integrada. E vale lembrar que é fundamental a utilização de trajes e equipamentos apropriados à prática do esporte, como o uso de capacete”. Elenca, também, as 10 principais vantagens em andar de bicicleta: 

Combate estresse e depressão: As contrações cardíacas tornam-se mais eficazes e, com isso, o sangue chega mais rapidamente ao cérebro, diminuindo, assim, a incidência de ansiedade, angústia e depressão. 


Melhora relações sexuais: Como ocorre uma tonificação dos vasos das coxas e das pernas, a irrigação sanguínea nos órgãos genitais e vasos pélvicos é intensificada, o que colabora com uma melhor ereção peniana e aumenta a lubrificação vaginal, levando a uma relação sexual prazerosa. 

Emagrece: Combinadas a uma dieta saudável e com baixas calorias, as pedaladas auxiliam na perda de peso, no controle de peso, além de favorecer o emagrecimento, reduzindo a gordura corporal. 

- Faz ser mais feliz e ter bom sono: O ato de pedalar estimula a liberação das endorfinas (morfinas endógenas - que fazem com que o indivíduo seja mais feliz), aumenta também os níveis de serotonina (o chamado hormônio da felicidade), gerando o relaxamento, fatores essenciais para um sono saudável. 

Reduz colesterol e triglicérides: Com a prática constante do ciclismo, ocorre consumo das gorduras e diminuição do colesterol total e LDL (colesterol ruim), além dos triglicerídeos. 

Evita o infarto: Ocorre também diminuição da glicemia, controlando o diabetes, que é fator de risco para a formação da placa aterosclerótica, que leva a angina e ao infarto agudo do miocárdio.

Diminui a pressão arterial: Pedalar com frequência tonifica os vasos sanguíneos (artérias e veias) e faz com que eles relaxem mais facilmente, contribuindo com a diminuição da pressão arterial, que é um importante fator de risco para doenças coronarianas. 

Aumenta a imunidade: com a melhora na contração cardíaca, o sistema imune fica estimulado e eleva a produção de glóbulos brancos, ajudando o organismo a defender-se de vírus e bactérias. 

Melhora a Respiração: O esforço das pedaladas aumenta a frequência cardíaca, melhorando oxigenação dos pulmões e dos tecidos. 

Garante boa forma e fôlego de atleta: A prática recorrente do ciclismo tonifica os músculos das pernas, além de aumentar o desempenho aeróbico e cardiovascular.

A motivação para este artigo veio através de um contato com o Empresário Riograndino Nagib Ahmad, que solicitou a divulgação de uma etapa do Campeonato Zona Sul de Montain Bike, que se realizou na Ilha dos Marinheiros, nesta Cidade, com um circuito de 23 km. Ao contatá-lo para obter maiores informações sobre o evento, descortinei um verdadeiro “case” materializado na experiência pessoal de Nagib, que multiplico com a intenção de que outras pessoas possam compartilhar. Há seis meses, aos 51 anos de idade, com 1,72m de altura e vida prá lá de sedentária, nosso contato carregava 116 kg, além de níveis perigosíssimos de colesterol, triglicerídeos e glicose, que já o obrigavam a considerável carga medicamentosa.

Hoje, repito, passados seis meses da incorporação do ciclismo à sua vida, Nagib é um exemplo de superação e vitória que precisa ser levado adiante. Com trinta e seis quilos a menos, pressão arterial de 13X8 e com todos os índices saudáveis obtidos em recente check-up, confessa a todos que é outro homem, saudável e com grande energia para todos os compromissos pessoais e profissionais.

Aí esta, à disposição de todos os nossos leitores e amigos, uma prática extremamente saudável, acessível a todos e com resultados prá lá de comprovados. É só começar.


Escrito por Alberto Amaral Alfaro

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Proclamação da Justiça no Brasil

segunda-feira, 18 de Novembro de 2013 | 10:49

Nossa jovem República Federativa do Brasil, completou no último dia 15 de novembro seus 124 anos, com um fato por demais significativo, o encaminhamento de um grupo de políticos condenados pela mais alta corte do Pais, o Supremo Tribunal Federal, para o xilindró, para a cadeia, local reservado a todos que cometem crimes cominados com tal pena.

Conhecendo a postura do Presidente do STF, Joaquim Barbosa, sempre cioso dos seus deveres e obrigações, deve ter se valido do significado da comemoração para efetuar, como recomenda o termo, publicamente, em alta voz e solene, a “Proclamação da Justiça no Brasil”. Reinava até então por aqui o sentimento e a percepção de que a nossa justiça tinha dois pesos e duas medidas, e que só valia para os “três pês”: pobres, putas e pretos.

Pessoalmente estou feliz, não pelo fato de a maioria dos encarcerados serem do Partido dos Trabalhadores, estou revigorado como cidadão pela perspectiva clara de que a partir destas decisões “todos” os corruptos e criminosos deste País serão submetidos aos rigores da Lei. Desejo, com o mais sincero dos meus sentimentos que os corruptos e mensaleiros do PSDB, do DEM, do PMDB, PDT, PP, PC do B, enfim, de todas as siglas existentes ou transformadas e recriadas, tenham, o mais rápido possível, o mesmo destino.

Um ex-diretor do Banco do Brasil fugiu para a Itália, mas a grande maioria dos condenados já está trancafiada, prestando conta à sociedade pelos mal feitos e danos causados ao que é de todos nós, particularmente dos mais desvalidos, tão carentes de melhores e mais eficientes serviços públicos.

Teremos um novo Brasil, a decisão tem efeito imediato em termos didáticos e de profilaxia em nosso tão deficiente e debilitado sistema político. Preocupa-me, como sempre, a desfaçatez de alguns desses personagens, desconsiderando o fato do nosso desenvolvimento social e cultural, menos estes vinte e cinco anos de democracia, para promover espetáculos com gestos e manifestações abomináveis.

Convenhamos, José Dirceu e José Genoíno, representantes maiores do que existe de mais retrógrado e reacionário na política brasileira, tentando passarem-se por revolucionários e “presos políticos”, celebrando o ato da prisão com punho cerrado e erguido. Ora, em regimes democráticos não existem presos políticos, mas apenas presos comuns. Restabelecem a máxima atribuída a Maquiavel, incorporada por Leon Trotsky e seus seguidores pelo mundo afora, de que “os fins justificam os meios”, ou de que em nome da causa e do partido tudo é possível e admissível. Não vão levar sempre tudo na mão grande e no empurrão, com o meu silêncio não contam.


Escrito por Alberto Amaral Alfaro

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Senai em Rio Grande, setenta anos de compromisso com a qualidade

terça-feira, 12 de Novembro de 2013 | 16:49

O CEP SENAI João Simplício completou, neste mês de outubro, setenta anos de atividades ininterruptas. Instalado um ano após a criação do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial, Decreto Lei 4.048 de 22 de janeiro de 1942, por inspiração do Presidente Getúlio Vargas. É um dos exemplos mais duradouros e exitosos das agora denominadas parcerias público-privadas, já que foi criado por um Decreto Lei, em pleno Estado Novo, e chancelada a sua organização e direção à Confederação Nacional da Indústria.

Esta saga vem sendo levada adiante no País inteiro graças a uma política dinâmica de acompanhamento do progresso e das demandas dos diversos segmentos da indústria de pequeno, médio e grande porte.

Em solenidade marcada pela emoção, todos os Diretores que administraram o Centro de Educação Profissional, assim como técnicos e colaboradores que têm levado adiante essa missão foram homenageados e, reverenciados os que já faleceram, numa demonstração de compromisso com a história da Instituição, sem descuidar do presente e do futuro.

Por mais de sete anos tive a honra de dirigir esse Centro de Excelência e na manifestação que fiz na solenidade festiva, afirmei que muito mais do que possa ter contribuído pessoalmente na gestão exercida, saí do SENAI com outra visão de mundo, muito mais qualificada e universal, ciente de que toda e qualquer perspectiva que se possa sonhar para os nossos jovens e trabalhadores estão embasadas na educação, formal e profissional.

Ainda, defendi mais uma vez a necessidade de se criar, inicialmente, no âmbito do Município, como piloto, um “Selo de qualidade de educação, formação, qualificação e treinamento profissional” para garantir aos que buscam competitividade, a qualidade necessária para as oportunidades crescentes no Brasil. Em que pese a crise internacional que tem levado os países do primeiro mundo a absurdas taxas de desemprego, em agosto passado conseguimos reduzir para 5,2% o nosso índice. Com o aquecimento da economia, crescem de maneira incontrolável as ofertas de cursos que não levam a lugar algum, descompromissados com programa, pré-requisito, conteúdo, etc., que atuam de norte a sul, sem qualquer fiscalização.

Até nomes análogos a instituições e programas são espertamente utilizados, com o objetivo único de locupletarem-se, fraudando sonhos e expectativas. Longa vida ao nosso SENAI, que ele, representado por sua gente, leve adiante esse compromisso inarredável com a qualidade em tudo o que faz.


Escrito por Alberto Amaral Alfaro

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Desafiando o destino, Guerreiro forjado na persistência

quinta-feira, 24 de Outubro de 2013 | 17:44

Semanalmente, faça chuva ou faça sol, tenho compromisso com os espaços midiáticos e, principalmente com os que me leem e escutam. Exponho em artigos e crônicas as minhas ideias, posicionamentos e sentimentos, que ultimamente, em função do momento que vivemos, têm se caracterizado por um viés político.

Nesta semana, em que pesem os milhares de motivos para continuar na mesma temática, o coração me levou para uma homenagem a um homem que orgulha a nossa gente, pelo exemplo de vida que nos proporciona.

Antes, vou contar brevemente a história de um menino, caçula de uma família classe média, composta por um casal e oito filhos, que residiam aqui em Rio Grande/RS, com todas as condições de levar uma vida modesta, mas honrada, considerando os parâmetros sociais e econômicos da década de 50.

O destino, às vezes surpreendente, de inopino, num daqueles dias para serem esquecidos, ceifou do seio dessa família o jovem e futuroso patriarca e mantenedor da família, deixando a viúva com a prole, todos menores, composta de quatro meninos e quatro meninas. A vida, como sempre, continuou, tal qual o tempo, que sempre continua.

Cinco anos depois, mais uma tragédia, faleceu a Mãe, coincidentemente, com a mesma idade que havia falecido seu marido, 44 anos. Imagine, em qualquer contexto, o desarranjo em que se viu metido esse núcleo familiar, sem pai e mãe, todos menores.

Esse menino, objeto desta homenagem, perdeu o pai aos três meses de idade e a sua querida mãezinha, da qual guarda tênue lembrança, aos cinco anos. Pessoalmente, o conheci na adolescência, quando aos domingos, pela manhã, atuávamos nas equipes infantis do Ipiranga Atlético Clube. Não fomos colegas de colégio e nunca nos visitamos, convivemos por alguns anos sem saber absolutamente nada um do outro, focados apenas nas competições em que participávamos.

Registro que só tomei conhecimento dessa saga vivenciada por essa família no dia de hoje, 23 de outubro de 2013, em contato com a Professora Maria de Lourdes Santos Cruz Abreu, irmã desse meu colega. Ela que com apenas 13 anos, assumiu a responsabilidade da casa, da orientação e educação de todos os irmãos, menores do que ela. Posteriormente, ao completar 18 anos, assumiu juridicamente como tutora.

Desse jovem que deixou a cidade com 14 anos, aprovado em seleção para o Colégio Militar, só tive noticias há poucos anos, já na posição de General do Exército Brasileiro, quando chefiava a MINUSTAH da ONU, na estabilização do Haiti. Carlos Alberto dos Santos Cruz desafiou o destino, surprendeu-o, óbvio que com a participação inestimável da sua querida irmã-mãe, Maria de Lourdes. Atualmente, o General Santos Cruz é o Comandante da Missão de Paz da ONU, na República Democrática do Congo, onde chefia mais de 20.000 homens de 14 países diferentes.

Dias atrás, o Governador do Estado do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, em homenagem realizada no Palácio Piratini, outorgou-lhe a Medalha do Ponche Verde, no Grau Grã-Cruz, reconhecendo, em nome dos gaúchos, a trajetória brilhante desse Grande Guerreiro.

Para um país que precisa de exemplos, aí está o nosso querido conterrâneo. Cada dia mais focado nas suas atribuições e missões, cada dia mais solidário e humilde, deixando por onde passa um rastro brilhante de esperança e confiança no nosso Brasil, no nosso povo.


Escrito por Alberto Amaral Alfaro

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Os “Black Blocs” e a esperteza do Governo

sexta-feira, 18 de Outubro de 2013 | 18:19

Originário na Alemanha, na década de 1970, o ativismo Black Bloc tem seguidores em diversos países. Não é uma organização única, podem, por exemplo, em uma manifestação ou protesto atuarem vários grupos com modos de ação e interesses diferentes.

O movimento Black Bloc ou Bloco Negro, numa simples tradução, tem sua ideologia baseada no questionamento à ordem vigente. Geralmente se manifestam contra o capitalismo e a globalização e têm entre seus militantes expressiva parcela de anarquistas.

A adoção de máscaras e roupas pretas tem como objetivo dificultar a identificação por parte das autoridades e também cria entre o grupo uma sensação de conjunto e união, tal qual uma torcida organizada.

Pois bem, após estes esclarecimentos sobre o modus operandi desses grupos, onde entra a tal “esperteza do governo”, levantada no título do artigo, e qual a vinculação com Brasília? Ocorre que, após os protestos e manifestações espontâneas de 17 de junho de 2013, o Governo surpreendeu-se com as pautas levantadas, considerando, particularmente, as consequências eleitorais, já que surfava em pesquisas de avaliações positivas.

O MPL – Movimento Passe Livre, organizado em diversas capitais e que foi o percussor dos movimentos, ganhou a companhia de diversas outras demandas e reivindicações, com questões muito mais contundentes como saúde, educação e, principalmente, o descontentamento geral com os gastos excessivos e incontrolados com a Copa do Mundo e com o crescimento vertiginoso da corrupção, em todos os níveis de Governo.

O “Basta de Corrupção”, com destaque aos mensaleiros do PT, e os imediatos resultados negativos das avaliações do Governo e da própria Presidente Dilma Rouseff, fizeram com que o “núcleo forte” do Governo, que inicialmente fez “ouvidos moucos” ao clamor das ruas, logo após tentasse solidalizar-se para, em seguida, apresentar propostas de soluções mirabolantes para todos os problemas. Inexitosos nessas estratégias, resolveram, na cara dura, se apropriar da iniciativa, como demonstram os discursos e propagandas políticas veiculados nos últimos dias.

O que intriga e nos faz levantar essa possibilidade de envolvimento político-partidário nessa nova onda de depredações e ataques aos patrimônios públicos e privados é o pouco interesse oficial na debelação dos mesmos, que continuam cada vez maiores e mais abusados. O crescimento desenfreado da baderna teve como consequência primeira o afastamento da cidadania, até então esperançosa de que poderiam ser escutados. O Governo e a Presidente da República, os mais atacados em junho, já começam a recuperar seus índices de aprovação sem que absolutamente nada de concreto tenha ocorrido. Que milagre terá ocorrido para a reversão do quadro de insatisfação geral, já que nem as demandas foram atendidas e as denúncias de corrupção continuam a todo vapor? – Nenhum. Isso nos leva a deduzir que o controle das ruas através dos Black Blocs alcançou os seus objetivos, que eram os de afastar, através da imposição da violência e do medo, a população dos protestos e manifestações.

Qual de nós hoje se sente seguro e confortável para, de maneira descontraída e até lúdica, fazer o seu protesto junto com a família? E quem leva vantagem com esse amordaçamento cívico e social? Encontrando resposta a esta indagação, você estará descobrindo a quem interessa esse estado de beligerância que já estamos vivendo.


Escrito por Alberto Amaral Alfaro

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Alberto Amaral Alfaro

natural de Rio Grande – RS, advogado, empresário, corretor de imóveis, radialista e blogueiro.

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