Logo Alfaro
Fale com o Alfaro
Promovendo cidadania com informação
banner Alfarobanner Alfarobanner Alfaro

Colunas

Colunista
Voltar

Gostaires Gonzalez o 'escrevinhador’. Natural de Santa Vitória do Palmar, reside em Rio Grande desde 1980. Autor de dois livros realçando as memórias dos GONZALEZ. Próprio de quem não quer deixar no esquecimento uma série de relatos que esclarecem uma nesga do tempo num lugar incomum.


Leia outras colunas



Vitória no facebook

quinta-feira, 18 de Julho de 2013 | 12:05

Eu tinha uma amiga na infância que ficou esquecida no tempo. Quando que de repente na minha tela no facebook, apareceu Vitória S. me cumprimentando e dizia pensar nunca mais nos encontrar.

Eu sem saber de quem se tratava questionei e descobri: Vitória estudava na escola Wandelina Nunes de Santa Vitória, com eu. Vitória minha amiga, colega e parente distante no tempo, esquecida como outras pessoas, dos anos de pobreza da minha Cidade de 1974.

Vitória era amiga também do colega Rodney, aquele que criou o símbolo do Wandelina (o João de barro eo ninho). Vitória e seus oito irmãos incluindos dois rapazinhos meus amigos de infância. Seu pai (Elci), filho de Emília irmã de Rabustiano motivo do texto “A outra fase”. Casado com a tia-avó da minha mãe (Joana Silda Corrêa Rodrigues). Elci soldado de a brigada Militar tinha duas carroças de frete numa das quais eu trabalhava. Vitória prima de Rosa do texto “Rosa” veja quanta coincidência, quanta perturbação havia na minha pobre cabeça de rapaz.

Elci residia atrás do estádio Santa Cruz, lugar de muito tojo e árvores frutíferas abandonadas, onde nós íamos buscar peras, marmelos e maças. Nesses momentos nós meninos aproveitávamos para dar uma espiadela na casa da Vitória e suas seis irmãs: um ninho de rara beleza ‘prá’ se sonhar.


Escrito por Gostaires Gonzales

Comentários (0) | Indicar um amigo


Meio Ambiente

quinta-feira, 18 de Julho de 2013 | 12:00

Voltei à sala de aula, estou estudando a noite, no Colégio Estadual Lemos Junior. As atividades se desdobram em relação ao meio ambiente e o homem.

Entre as inúmeras aulas, os professores: Cristina Maria Machim Acosta, Dileta Peres da Silva, Mylene Oliveira e Hector, orientados pelo Professor e engenheiro químico Vanderci Martins.

Meio ambiente é um assunto polêmico, se tem a idéia errônea, que não fazemos parte dele.

"Ciência que estuda a dinâmica dos Ecossistemas, ou seja, os processos e as interações de todos os seres vivos entre si e destes com os aspectos morfológicos, químicos e físicos do ambiente, incluindo os aspectos humanos que interferem e interagem com os sistemas naturais do planeta.”

Minhas colegas, Suelem Gioza e Daniela Giudice escolheram um tema (Mar de Aral),

“Mar de Aral era um lago de água salgada, localizado na Ásia Central, entre as províncias cazaquistão. Este já foi o quarto maior lago do mundo com 68 000 km² de superfície e 1100 km³ de volume de água, mas em 2007 já havia se reduzido a apenas 10% de seu tamanho original, e em 2010 estava dividido em três porções menores, em avançado processo de desertificação.”

Por conhecem e defender a Lagoa Mirim do uso exagerado de água para o cultivo do arroz, quando tive conhecimento desse assunto fiquei surpreso!

Entre definições: o homem destrói o ambiente há muito tempo.

As obras grandiosas da atualidade, por exemplo: os Moles da Barra, daqui a 100 anos podem gerar alguma catástrofe. Na evolução do homem, das pirâmides, o deserto do Sinai, Saara, da Garganta do Diabo, a Usina de Itaipu e das Três Gargantas na China, pouco se sabe deste último, “o Mar de Aral”.

Assim interpretei: existiu um príncipe na civilização dos Sumérios. Belo, generoso, de olhos verdes e que vestia roupas de puro algodão. Atualmente este príncipe pobre e despovoado, pede socorro encravado nas areias da Ásia Central.

O que parece ser um filme clássico, basta ver nas belas imagens e fotos aéreas o definem como uma tragédia, um dos maiores crime dos Soviéticos.

Quanto ao Brasil a nossa bela e formosa mata de pele verde, das castanhas, dos mangues, das seringueiras, das estradas azuis d águas: a floresta amazônica poderá desertificar e somar-se ao que acabamos de presenciar.

Conferi a estupidez que o homem pode inventar para chamar de maravilha.

Desarmonias que encaminhamos a nossos netos e descendentes.

Afinal que animais somos nós?! 


Escrito por Gostaires Gonzales

Comentários (0) | Indicar um amigo


  1-2-3-4-5-6-7  

^ topo

QUEM SOU

Alberto Amaral Alfaro

natural de Rio Grande – RS, advogado, empresário, corretor de imóveis, radialista e blogueiro.

ENTREVISTAS

O QUE EU LEIO

ÚLTIMAS 10 POSTAGENS


Ouça a Rádio Cultura Riograndina

ARQUIVOS

Alfaro Negócios Imobiliários
WD House

Blog do @lfaro - Todos os direitos reservados