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A ingloriosa política acumula fortunas e faz aumentar a pobreza no Brasil

terça-feira, 31 de Março de 2015 | 10:43

De passeatas em passeatas as multidões vão expressando alguns sentimentos que sinalizam descontentamento com a gestão pública brasileira. Seja resignação, arrependimento pelo voto, fúria pelo descaso, decepção. São vários os motivos que retiram os cidadãos de suas miseráveis rotinas e os colocam expostos às autoridades truculentas do Estado democrático De Direito.

Porém, a cada manifestação há uma resposta do governo, e esses discursos elaborados com suas assessorias são frios, sem nenhum conteúdo e recheados de desculpas e promessas vazias, o que irrita ainda mais os pagadores de impostos que não têm imunidade, não recebem passagens de aviões gratuitas, não moram à custa do dinheiro público e não recebem diárias para os gastos pessoais, além, claro, de não possuírem os salários os quais são pagos a esses ilustres homens da política.

Embora as manifestações provoquem uma inquietude naqueles que pretendem ignorar os problemas da administração pública e, apenas querem continuar suas vidas sem congestionamentos e sem o constrangimento de não poderem exercer um direito básico constituinte, o de ir e vir, em função das paralisações de caminhões, de ônibus interurbano, metrô e do excesso de passeatas, eles também acreditam na necessidade destas atitudes da população.

E são os escândalos mostrados pela mídia que também convencem aqueles outros que se incomodam com tanta grita e, estes passam a concordar com os movimentos. Mesmo que alguns não tenham intenções de extravasar suas emoções sobre o andamento do mandato da presidente, não há como não sentir vergonha de ser brasileiro à frente dos noticiários de fraude na Receita Federal, na Petrobras, no Banco do Brasil, no Correio brasileiro, na Caixa Econômica Federal e por aí vai.

Enfim, todos sabem que os interesses políticos ficam acima das vontades populares, que por ironia, nomeiam esses homens para representá-las.

Agora é a vez do Rio Grande do Sul, que alardeia que a culpa da má administração é do PT, que atuou na gestão anterior e por isso a nova gestão herdou um Estado endividado. Será? Ou é despreparo político? Esses novos gestores fizeram de tudo para distribuir cargos no governo. Cargos que não representam a opinião popular. São políticos profissionais que asseguram funções públicas pela “fidelidade” partidária. E um desses “fiéis” disse-me ao pé do ouvido que o Estado fará o pior governo da história do Rio Grande Do Sul.

Qual o motivo? Eles não esperavam ganhar as chaves do Palácio Piratini. È! Eles fizeram campanha para promover deputados e queriam continuar sendo oposição. Mas, aquele simples 3% da intenção de voto cresceu e levou o Sartori para o segundo turno e o gringo da colônia cativou as famílias simples. Daí saiu vencedor. E agora?

A política é assim, coloca-nos de lado e segue só, em busca de conchavos e parceiros políticos para arrastarem o erário para debaixo de seus colchões.

E, os movimentos fora PT, acrescentam; fora PMDB, PP, PSB e tantas outras siglas comprometidas com os interesses simplesmente partidários, que querem apenas viver à sombra e água fresca com as chaves dos cofres públicos às mãos.

*Professor e corretor de imóveis


Escrito por Nery Porto Fabres

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A Democracia e a Educação

segunda-feira, 23 de Fevereiro de 2015 | 10:27

Os representantes do Estado Democrático De Direito estão Lá, nos assentos que agora ocupam e, traçam os planos para se firmarem nessa carreira lucrativa, a política. Nos bastidores da democracia os eleitos escorregam na linha da ética, fecham a constituição e rasgam os discursos das campanhas eleitorais. Os supostos homens do povo mostram suas caras e sem nenhuma vergonha fazem conchavos para enriquecerem a custa da ingenuidade dos eleitores.

Negociam cargos, vendem influência e ignoram quem os colocou lá. Os incautos ainda os aplaudem e os respeitam, os cautelosos só os observam, os inteligentes já admitem que caíram noutra armadilha das manobras políticas.

Somos como o gado que pasta livre nas grandes fazendas enquanto os políticos são como os representantes dos protetores dos direitos dos animais. Esses últimos debatem na churrascaria deliciando uma boa picanha. Pois é. Esses protetores do direito dos animais apenas discutem o melhor método de abatê-los, sem sofrimento.

E, os políticos que lutam pelos direitos humanos; que estão na constituição federal, discutem sobre liberdade, igualdade e fraternidade. Debatem sobre escola, saúde, moradia, alimentação e outros tantos direitos supostamente garantidos por lei. Sobre isso, apenas fazem reuniões e seminários com lindas palestras sobre o tema. E, quem serve os cafezinhos, almoços, drinques e todos os outros mimos que os nobres políticos exigem em um país democrático, são os injustiçados que, como escravos, se submetem a essa subserviência constrangedora. Pois ali falam sobre eles, mas como se eles não estivessem em cena. Para os políticos os pobres são invisíveis. Somente são vistos nas campanhas eleitorais.

Os nobres políticos sentam ás mesas fartas, e os serviçais vestindo trajes específicos de uma casta inferior não perdem um só movimento de seus líderes. Com os olhos atentos, basta um sinal para voltarem a servi-los como verdadeiros senhores detentores de uma coroa. Ao passo que as festas iluminam as noites, as escolas mínguam ao dia por falta de recursos. Que ironia!

Será que um povo educado em uma excelente escola básica e um ensino médio de qualidade votaria nesses sujeitos? Pois é. Por isso o governo investe apenas nos cursos superiores; crianças e adolescente não são obrigados a votar.

O FIES e o PROUNI juntos gastam mais que 100mil escolas de ensino fundamental, mas são votos certos nas urnas.

Porém, um povo com excelente educação básica construiria um país enormemente mais igualitário e um povo com curso superior de péssima qualidade não enriquece nenhuma nação. De que adianta levar para os bancos da faculdade quem não se disciplinou para estudar. Formar caráter, não é missão das universidades.

Qualidade humana se obtém com princípios absorvidos enquanto somos preparados para a vida em sociedade e, isso acontece quando damos os primeiros passos; na pré-escola. Essa sim tem que ser de qualidade, sem apelos das bandeiras dos partidos políticos.

*Professor e corretor de imóveis

 


Escrito por Nery Porto Fabres

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Alberto Amaral Alfaro

natural de Rio Grande – RS, advogado, empresário, corretor de imóveis, radialista e blogueiro.

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