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O BRASIL PRECISA DO PT

segunda-feira, 03 de Novembro de 2014 | 15:14

É isso mesmo, o Brasil precisa do PT. Mas na oposição. Nossa democracia que saiu das urnas no último dia 26 de outubro necessita urgentemente daquele PT das décadas de 1980 e 1990 na oposição. Aquele PT de posição intransigente que se recusou a assinar a Constituição de 1988; que foi contra a CPMF; que influenciou e mandou a juventude pintar a cara no impeachment do Collor; que votou contra o Plano Real e que gritou aos sete ventos contra as privatizações.

Sim, o Brasil precisa que os partidos que hoje fazem oposição ao Governo Federal incorporem aquele espírito guerreiro petista de outrora e com sangue nos olhos cumpram com o seu dever. Precisamos cobrar os desmandos na Petrobrás, às denúncias de aparelhamento das instituições, a clareza do contrato secreto com a ditadura cubana para construção do porto de Mariel, os esclarecimentos do porque do perdão das dívidas das ditaduras africanas, os Correios, ITAIPU, presença de espiões cubanos no Programa Mais-Médicos, etc. Precisamos de uma oposição que cobre do governo uma posição mais dura com os nossos vizinhos produtores e exportadores de drogas e precisamos enterrar qualquer tentativa de ‘censura’ à liberdade de expressão e pensamento sob o disfarce de controle social da imprensa. E mais do que tudo, precisamos ter especial atenção à tão proclamada e necessária reforma política.

Já começamos mal, com a negação de um pedido de auditoria nas eleições. Não comungo da teoria da conspiração, mas não entendi essa negativa do TSE. Diante de tantos indícios apresentados pela oposição, essa auditoria traria legitimidade às eleições e como diz o velho ditado popular: ‘Quem não deve, não teme. ’

Em verdade, é isso, nunca antes na história deste país precisou-se tanto de uma oposição ampla, geral e irrestrita, do tipo que só o PT sabia fazer.


Escrito por Cel. Augusto César Martins de Oliveira

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Agora as anarquias são geradas pelos nossos administradores públicos; por favor, deixem-nos dormir em paz!

terça-feira, 29 de Abril de 2014 | 16:48

A administração pública municipal está se superando a cada dia na sua incapacidade de prestar serviços à comunidade. Até mesmo as atividades mais rotineiras, aquelas que por mais incapaz que seja o chefe, o serviço não haveria de ser mal planejado. Mas, acreditem senhores, mesmo nessas atividades, a gestão pública não obtém êxito. Nossos gestores públicos insistem em nomear indivíduos sem nenhuma qualificação para exercer as funções mais elementares, a limpeza das vias públicas. Acreditem, há equipes de funcionários da Prefeitura com equipamentos motorizados fazendo o corte de grama na madrugada, Isso mesmo, na madrugada!

E o horário de silêncio, aquele horário que as criaturas humanas fecham os olhos e ouvidos e recarregam as baterias biológicas para iniciarem o dia seguinte descansados não está sendo respeitado. Bom! Parece que esses homens que gerenciam as tarefas de limpeza pública não estão nem um pouco preocupados com isso. E quem sofre com esses distúrbios são os professores que têm que preparar aulas e aplicá-las no dia seguinte. Além claro, de precisar de silêncio para corrigir provas e o melhor horário seria à noite imerso na mansidão da madrugada. Bem! Como disse, seria à noite. Mas, esses profissionais da educação que se danem! Assim interpreto a ótica dos nossos administradores públicos.

Dentre outras profissões, que inevitavelmente precisam de descanso noturno estão os médicos que precisam de mãos firmes para fazer as cirurgias, os gerentes de bancos que necessitam estar descansados e concentrados para após uma boa noite de sono aprovar financiamentos bancários, advogados que precisam estar tranqüilos para encaminhar as lides aos tribunais, os motoristas que precisam estar atentos para dirigir os veículos de transportes coletivos e tantos outros profissionais, estudantes e enfermos que precisam descansar.

Há especialistas que garantem que o sono é a melhor garantia de um repouso para a mente, inclusive dizem que uma criança deve dormir no mínimo 10 horas interruptamente. Porém, o nosso gestor público, que responde por esta Secretaria não tem conhecimento desta necessidade humana e ignora o bom senso. Mas, se a falta de sintonia com a comunidade é tamanha, onde está a administração participativa? Aquela em que o povo é ouvido e seus interesses são atendidos?

Enfim, nossos representantes foram às ruas pediram nossos votos e depois de eleitos voltaram às ruas e ouviram novamente as nossas reivindicações e engavetaram tudo, ou seja, era tudo balela não estão nem aí para nós. Mas, não se preocupem as eleições deste ano os colocará nas ruas novamente para nos ouvirem. Que barbaridade! Fazem-nos de bobos. Será que algumas de nossas reivindicações serão atendidas? Não bastasse esta demora para nos apresentar uma administração responsável, agora vem à poluição sonora na madrugada, que interrompe nossos sonos e eles alegam que tudo isso é normal. Mas, o nosso chefe do paço não é advogado? Será que eles desconhecem a lei? Só para lembrá-los - 3º, inc. IV, da Lei 6.938/81(PNMA).

O que mais preocupa, é a forma que as leis são aplicadas, com dois pesos e duas medidas. Quando um indivíduo está na alta temporada do verão, inebriado por sua empolgação e ouve o som em uma altura excessiva, durante o dia na praia com todos em volta fazendo a maior balburdia, ele é multado por essa mesma lei. No entanto, quando o poder público liga os motores de suas máquinas de cortar grama à noite, isso é normal. Mas como normal? Eu, particularmente prefiro tanto o silêncio diurno na praia quanto à noite em meu lar. Mas, entendo que à noite a coisa é muito mais delicada.

Afinal, ouvir o despertar de um bebê aos prantos em meio à madrugada deixa qualquer pai com os nervos a flor da pele. E pior que isso é esse pai ir bater boca com os funcionários que geraram toda essa confusão. Eles apenas cumprem ordens. Haja paciência! A falta de respeito dos gestores pode provocar um confronto entre um cidadão alucinado e um trabalhador despreparado para lidar com essa situação. E quem irá responder em caso de um conflito que poderá ocasionar um crime de morte. Será que no governo municipal não haveria de ter quem alinhasse as estrelas entre as secretarias? Se lá não houvesse pessoas com conhecimento da legislação seria até compreensível.

Mas, que parece que aqui virou casa da mãe Joana, Ah! Isso parece.

 

*Professor e Corretor de Imóveis


Escrito por Nery Porto Fabres

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natural de Rio Grande – RS, advogado, empresário, corretor de imóveis, radialista e blogueiro.

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