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MOMENTO DE REFLEXÃO

sexta-feira, 26 de Março de 2010 | 11:29

O povo brasileiro está irresignado com a sua representação política. Manifestações e protestos se fazem sentir do norte ao sul do país.

A corrupção, chaga presente em todos os tempos nasceu junto com o homem, com a sociedade.

Ao longo da história a manutenção do poder e suas benesses sempre foi objeto de luta e ações condenáveis. O interesse de grupos restritos, unidos pela religião ou consangüinidade, fixou e fez cumprir, com mão de ferro, as leis e regimentos que buscaram a perenidade dessas associações.

A realidade das divisões em castas, objeto de revolta até nos nossos dias, foi cunhada nos primórdios da civilização. Enfim, nada de novo nas relações entre o estado e os seus cidadãos, os fatos e saídas são repetitivos, recorrentes.

E uma pergunta se impõe no quadro atual: A corrupção está maior do que era em governos anteriores?... Ninguém sabe, as únicas certezas são a de que nunca tivemos tanta transparência no trato com o tema tão repugnante e que o Brasil será melhor a partir desta nova postura, que nos é assegurada pela democracia. A imprensa, com os riscos de denuncismo e o judiciário, apesar da morosidade, são ferramentas que temos para assegurar a transparência e a punibilidade dos responsáveis pelos abusos na gestão dos recursos do executivo e legislativo. Além das reformas política, econômica e tributária a cidadania tem que cobrar reformas sociais e educacionais. Acredito que o abismo que separa os muitos que nada tem, dos poucos “Donos do Brasil”, aliado a inacessibilidade à educação torna a massa preponderante da noção refém de interesses inconfessáveis.


Escrito por Alberto Amaral Alfaro

RESPONSABILIDADE DA ESCOLHA

sexta-feira, 26 de Março de 2010 | 11:26

De quem você gosta mais do Pai ou da Mãe?... Se você fizer ou não, isto ou aquilo, você recebe, ganha ou não, e por aí afora...

Desde a infância somos “educados” na cultura do fisiologismo, do é dando que se recebe. Nossa política vai se forjando com a tempera do resultado ou do melhor argumento.

Na escola, não raro, os escolhidos para representar são os mais salientes, mais violentos e continuamos nós decidindo nossas eleições na graça ou no medo.

E seguimos nessa consolidação de base política firmada na rotulado “Lei de Gerson”, tentando levar vantagem sempre.

Óbvio que estou me referindo a situações onde os personagens, geralmente excluídos financeira e culturalmente, precisam matar dois leões ao dia para simplesmente sobreviver.

Uma dentadura, um par de sapatos, um abrigo, uma sacola econômica, uma ilusão, e, muitas vezes, uma mentira, define a nossa posição, o nosso voto.

Precisamos de tempo. Precisamos de reformas estruturais profundas. Precisamos de justiça social, com toda demagogia impregnada por promessas eternas. Precisamos nos reeducar para educar melhor nossos filhos e netos. Tal qual uma procuração o voto é uma autorização para que em nosso nome, decidam o que vai ser melhor para todos. É um processo, e como tal tem que começar e recomeçar, pois podemos errar, nos enganar, mas sempre existirá tempo e oportunidade para rever conceitos e práticas, basta que queiramos.


Escrito por Alberto Amaral Alfaro

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QUEM SOU

Alberto Amaral Alfaro

natural de Rio Grande – RS, advogado, empresário, corretor de imóveis, radialista e blogueiro.

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