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Prof. Nerino Dionello Piotto
Articulista Econômico - Empresário ramo imobiliário - Aposentado do Banco Central do Brasil.


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REGIÃO METROPOLITANA DA ZONA SUL OS BÚFALOS E OS LEÕES...

quinta-feira, 20 de Fevereiro de 2014 | 18:07

O projeto do deputado estadual Catarina Paladini ( PSB ), de criação da Região Metropolitana da Zona Sul, me trouxe três lembranças: da atuação dos búfalos que, sentindo que uma de suas crias ou membro mais velho ou fraco da manada é ameaçada pelos leões ( predadores naturais), rapidamente se fecham em círculo e os mais fortes se posicionam de frente para os leões, que, evidentemente, recuam, não raro desistindo do ataque; da diferença entre pessoas e partidos proativos e reativos; e do aborto da usina de gás do aterro sanitário.

O deputado Paladini é catarinense de nascimento e pelotense de criação. E, tudo indica, tem mente aberta e é proativo. Explico: o proativo, na busca pelo seu estado confortável ou preferido, administra sua circunstância; o reativo gasta sua energia - e não raramente o tempo alheio - culpando sua circunstância pelas suas dificuldades ou até frustrações ao longo daquele mesmo procedimento. Ou :o proativo diz: deve haver uma melhor forma de o fazer. No caso, o projeto original da deputada Mirian Marroni. Era bom, mas poderia e está, agora, reestruturado de forma inteligente, melhor. O reativo diz: sempre fizemos assim, não há outra maneira.

O projeto merece o apoio incondicional de toda a zona sul do estado. Sua ideia não é nova ( E DAÍ? ), mas é inovadora barbaridade. Para ele, os interesses regionais estão acima dos interesses bairristas e ideológicos que só favorecem os leões.

Há alguns anos, o ex-prefeito de Rio Grande, Fábio Branco, outro que é proativo barbaridade, tentou operacionalizar um projeto dentro do conceito de região metropolitana, agora prestes a se materializar ao ser aprovado pela Assembléia Legislativa do Estado: O de extração de gás proveniente de aterros sanitários. Teria de ter escala. E era necessário a junção de esforços entre Rio Grande e Pelotas para se ter volume de lixo suficiente para explorar comercialmente o gás que, hoje, contamina o solo. Se a ideia de Paladini já tivesse sido implementada, poderíamos ter um tratamento do lixo mais barato ( os custos seriam divididos ) e menos insalubre para as duas cidades e com um ganho marginal com a venda do gás. Mas, por questões de ideologias e bairrismos que flertam com o atraso...

Quem sabe, breve, essas duas ótimas cabeças não cerram fileiras na Assembléia do Estado para brigarem por uma integração proativa da zona sul? Só teríamos a ganhar.

Pensem nisso.

Economista*


Escrito por Nerino Dionello Piotto

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Alberto Amaral Alfaro

natural de Rio Grande – RS, advogado, empresário, corretor de imóveis, radialista e blogueiro.

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