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Um novo ano nos aguarda e, que não seja só de promessas

segunda-feira, 16 de Dezembro de 2013 | 13:13

Agora o governo de nossa região está mais alinhado que estouro de manadas de búfalos, ou elefantes, tanto faz. Mas, que quando passa deixa um barulho infernal. São José do Norte já lhes pertence. Bem, aqui em Rio Grande, a nossa praia do cassino está com aquela aparência de pós guerras. Por onde se anda vemos invasões de terrenos, que mais parecem acampamentos de prisioneiros.

Quanto à entrada do município, pela Roberto Socoviski, há favelas por toda a sua extensão. Esse era o alinhamento das estrelas? Nivelar por baixo? Deixarem-nos na linha da miséria? Tantas promessas de campanha que não foram cumpridas.

Desde as mais elementares às mais exóticas promessas. Lembram do túnel entre São José do Norte e Rio Grande, do Oceanário (R$160milhões), do que foi prometido aos professores? Bom, agora vem novamente uma corrida eleitoral e, aí volta às promessas absurdas. Até já aparecem na televisão anunciando calçar as ruas da Querência e construir pistas de bicicletas. As prioridades deste ano do governo foram, e ainda é, construir promessas.

Mas, como entender que deixaram de concluir o calçamento da rua Arroio Grande no Cassino, onde há trânsito maciço, por ser a rua usada para acesso e saída do bairro, inclusive com trânsito de iguais proporções de ônibus circulares e de turismo. Para em contrapartida calçar outra rua em que é distante da entrada e saída da praia. Isto tem planejamento?

Então, Para entender melhor a situação; deixa-se de completar o calçamento de uma via de tamanho fluxo de veículos, que quando chove alaga e não permite que haja tráfego pelo local. Com isso impossibilitando a entrada e saída dos turistas, e claro, também dos moradores, para o olhar se perder para outro ponto do bairro, precisamente na Querência. A resposta para este enigma; eu suspeito que os recursos sejam de fontes distintas.

Existem verbas do BNDS (Banco Nacional de Desenvolvimento Social) e verbas do PAC (Plano de Aceleração Econômica), por este pequeno detalhe é que a coisa desanda, ou seja, o dinheiro é destinado por projetos diferentes e, toda a obra é feita por etapas. Só libera-se a verba quando a etapa anterior estiver concluída. E a verba de um projeto novo é liberada antes da conclusão do projeto anterior. E por aí vai...umas obras freando e outras acelerando.

Porém, em 2014 os recursos serão provenientes do orçamento desta gestão. Aí neste ponto, os nossos administradores terão que fazer aparecer os resultados. E não há como negar que serão os responsáveis pelas conclusões das obras de 2014. Já que, as verbas serão empregadas conforme as definições do orçamento da atual administração.

Pretendo acreditar que, neste próximo ano, poderei contemplar o meu olhar para as obras de calçamentos, construções de creches e escolas, hospitais, postos de saúde e as tão sonhadas passarelas.

Que neste ano que está chegando ao seu fim perdoemos as promessas e, que o próximo nos compense de tudo oque ficou para trás. E desejamos que este governo venha a conseguir realizar nossos sonhos de um Rio Grande melhor, digno deste povo que ainda tem fé.


Escrito por Nery Porto Fabres

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Os Mensaleiros, os eleitores e o cárcere brasileiro

segunda-feira, 18 de Novembro de 2013 | 10:44

 

A determinação dos condenados do caso “Mensalão”, em provar que são inocentes, que foram injustiçados, é no mínimo preocupante. Se estes elementos criminosos não têm consciência das atrocidades que provocaram ao povo brasileiro, então eles são piores que imaginávamos. Roubar de um povo que passa extrema miséria, é algo que não lhes causa remorso. Como podem ter tamanha cara de pau, em continuar a persuadir seus militantes, se esta miséria da população é a bandeira do programa bolsa família? Como desviam quantias volumosas deste programa para custear seus caprichos pessoais? O que surpreende é o cinismo e a falta de caráter em querer jogar a justiça contra o povo, dizendo-se inocentes.

Roubaram das crianças famintas que morrem raquíticas em várias cidades brasileiras. Roubaram dos hospitais, onde morrem os pacientes do SUS sem receber atendimentos, roubaram os recursos que foram destinados às escolas, a habitação e além de tudo roubaram a nossa ética política.

Mas, com impressionante empáfia o José Dirceu nos mostra o quão acima de nós ele se imagina estar. Para ele, somos nada mais que uma plebe desorientada e necessitando de um líder político burguês como ele se auto intitula.

Porém, vão-se uns e ficam outros, não melhores, mas com o mesmo vício do poder e, estarão em sintonia com os prisioneiros, para eles definitivamente não somos capazes de interferir em seus interesses e oque tem importância são as avaliações externas, porque lá fora há quem os apóiam; Quando o dever do Estado torna-se pesquisa de mercado internacional, vai por água abaixo toda a iniciativa de olhar para dentro do País com responsabilidade.

Sob esta premissa, os índices de qualidade de vida são mais importantes que a qualidade real de vida do cidadão brasileiro. E grandes monopólios internacionais continuarão a explorar nosso País de índios e mestiços europeus, porque é assim que nos enxergam; uma raça inferior que desprovida de intelecto torna-se um alvo fácil para o capitalismo voraz.

E, quanto aos nossos ilustres prisioneiros sabem que de onde estão continuarão a liderar as suas facções criminosas. Esta afirmação torna-se óbvia, quando os militantes políticos, ainda em coro, ovacionam estes grandes mafiosos. Pior ainda, estes militantes viverão em piores condições de vida aqui fora, do que eles, os criminosos encarcerados em celas confortáveis. Lembre-se que eles são cultos e nobres. Alguém sóbrio e bem informado acredita mesmo que o circo irá apagar as luzes?

Como um povo pode se deixar ludibriar por uma ideologia que não atende os seus interesses? Neste País há miséria extrema e muitos escândalos de corrupção. E quando se condena com justas provas, não havendo nenhuma possibilidade de defesa, como o partido ainda cresce nas pesquisas eleitorais?

 

*Professor e Corretor de Imóveis


Escrito por Nery Porto Fabres

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Alberto Amaral Alfaro

natural de Rio Grande – RS, advogado, empresário, corretor de imóveis, radialista e blogueiro.

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